Ações desenvolvidas pela Tejo Ambiente no âmbito da gestão de perdas de água e Nascente da Fonte Quente

 

Gestão de Perdas de Água

 

A Tejo Ambiente cofinanciada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), através do projeto de Gestão Inteligente de Recursos Hídricos Supramunicipais, pode implementar ações para redução de perdas de água.

As ações desenvolvidas pela Tejo Ambiente no âmbito da gestão de perdas nas redes de abastecimento são a implementação de Zonas de Monitorização e Controlo (ZMC), a implantação de Válvulas Reguladoras de Pressão (VRP) e a instalação de um sistema de telegestão, permitindo que de uma forma mais fácil sejam detetadas fugas e roturas nos sistemas de abastecimento. Para além disto, também possibilitam um melhor desempenho do sistema, uma vez que as zonas com características idênticas tendem a ser agrupadas. Assim, com pequenas zonas de estudo já formadas, é possível controlar de uma forma ativa as perdas de água do sistema de abastecimento. Contribuindo-se, assim, para uma maior eficiência e eficácia por parte da Tejo Ambiente, uma vez que se tende a diminuir a percentagem de perdas de água.

As técnicas de deteção/localização de fugas, no terreno, contemplam equipamentos acústicos, geofones e correladores acústicos.

 


 

 

 

Nascente da Fonte Quente, na Estrada do Prado, em Tomar

 

A Captação da Fonte Quente foi desativada durante a década de 1970. Anteriormente, esta nascente era utilizada como fonte de abastecimento à Cidade de Tomar, tendo sido desativada quando o abastecimento de água à cidade passou a ser feito integralmente a partir da Captação da Mendcha, mais tarde reforçado (1995) com o abastecimento efetuado a partir da ETA da Asseiceira da EPAL.

Na nascente da Fonte Quente (antiga captação), nos meses dezembro e fevereiro, por norma, verifica-se um aumento do nível freático, motivo pelo qual é possível observar a saída de água sob pressão daquela nascente natural.